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Portas | 17 de julho de 2025

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17 de julho de 2025

Autor Imprensa Loft
Atualizado: 17 de julho de 2025 7 min de leitura

Aluguel sobe mais que o triplo da inflação em Porto Alegre, enquanto desacelera em São Paulo. Escritórios mostram sinais de recuperação, mas investidores ainda hesitam. Prefeitura do Rio anuncia desapropriação de 16 imóveis para revitalização do Centro.

O que você vai ler
  • Aluguel desacelera em São Paulo e sobe mais que o triplo da inflação em Porto Alegre
  • Escritórios mostram sinais de recuperação, mas investidores ainda hesitam
  • Prefeitura do Rio anuncia desapropriação de 16 imóveis para revitalização do Centro
  • Rua da Bahia mantém liderança entre as mais caras de BH

Aluguel desacelera em São Paulo e sobe mais que o triplo da inflação em Porto Alegre

O mercado de aluguel residencial em São Paulo sinalizou uma acomodação inédita em junho de 2025, registrando uma queda mensal de 0,02%, segundo o Índice de Aluguel QuintoAndar Imovelweb. O movimento foi a primeira retração desde julho de 2021, com o preço médio do metro quadrado estabilizado em R$ 68,90, com 23 dos 107 bairros da capital registrando queda nos valores. Apesar disso, no acumulado de 12 meses, o aumento foi de 8,29%.

“O pós-pandemia elevou os preços ao limite do orçamento das famílias, mas alguns bairros, como Vila Madalena e Jardim Europa, já apresentam reequilíbrio”, explica Thiago Reis, gerente de Dados do Grupo QuintoAndar, usando como exemplos duas regiões nobre e bastante disputadas para se viver e São Paulo.

“Com as taxas de juros ainda elevadas e o contexto macroeconômico desafiador, há uma tendência de parte da população adiar o sonho da casa própria e optar pela locação. Como consequência, é esperado que os preços continuem subindo — embora em um ritmo mais moderado do que o observado desde 2023”, afirma Reis, apontando bom momento para quem busca imóveis de alto padrão, que mostram acomodação dos preços em relação ao ano passado.

Em contraste, regiões como Sumaré e Perdizes, também na zona Oeste da capital paulista, seguem com forte alta nos preços dos aluguéis, acumulando 35,6% e 22,4% de crescimento nos preços, respectivamente, nos últimos 12 meses. O Centro também se destaca com alta de 27,9%, neste mesmo período.

Segundo Reis, nestas regiões, “a janela de oportunidade pode estar se fechando. O avanço acelerado dos preços indica que postergar a decisão pode implicar em custos mais altos no futuro”, alerta. Em ambos os cenários, a baixa margem de negociação observada na cidade sugere que, ao encontrar um imóvel que se encaixe no orçamento, é preciso agir com rapidez.

No Sul do país, a capital Porto Alegre mostra uma disparada nos preços: a locação residencial subiu 18,75% nos últimos 12 meses, segundo o FipeZap, superando o triplo da inflação no período.

A enchente recente aumentou a demanda por imóveis em áreas não atingidas, mas as condições macroeconômicas e incentivos, como o programa Minha Casa, Minha Vida, já começam a influenciar o mercado e desacelerar a alta.

Enquanto isso, o metro quadrado em bairros como Mont’Serrat e Rio Branco subiu 29,9% e 31,7%, respectivamente. Em Moinhos de Vento, a alta foi ainda maior: 44,5%, com o aluguel chegando a R$ 57 por metro quadrado.

Fontes: Exame e GZH

Escritórios mostram sinais de recuperação, mas investidores ainda hesitam

O mercado imobiliário comercial (escritórios e galpões logísticos) vive momento de “bipolaridade”: enquanto os aluguéis sobem, viabilizar novos projetos permanece desafiador, especialmente para escritórios, avalia Adriano Sartori, presidente da consultoria CBRE Brasil.

Em São Paulo, a vacância de prédios corporativos caiu dois pontos percentuais em um ano, para 17,8%. Nos edifícios “AAA”, a taxa é de 11,8%. A absorção líquida atingiu 165 mil m² no primeiro semestre, maior patamar em 17 anos.

Há atratividade maior para novos desenvolvimentos em áreas próximas à Faria Lima, como Jardins, Itaim e Pinheiros, regiões que também estão respondendo bem no preço dos aluguéis, aponta Bruno Greve, diretor da gestora HSI.

Mesmo assim, investidores preferem terrenos residenciais para projetos do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e alta renda. “Com essa taxa de juros, o investimento em desenvolvimento está mais lento”, afirma Sartori.

No Rio de Janeiro, outro mercado acompanhado pela CBRE, o diagnóstico é parecido: a vacância está em queda, em 26,9% ante 28,9% no segundo trimestre de 2024, mas novos projetos ainda parecem inviáveis em boa parte da cidade. A zona sul é exceção, porém faltam terrenos.

Enquanto isso, em outras regiões, como no Centro e na zona portuária, ativos corporativos têm sido convertidos em residenciais ou vendidos a preços abaixo do custo de reposição.

Para Mauro Dahruj, da gestora Hedge, algumas regiões ainda estão “lambendo suas feridas”. “Vínhamos reportando perdas, mas 2025 pode ser o ano da virada [para os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs)]”, diz.

Já no segmento logístico, a vacância nacional está baixa, próxima de 9%. A modalidade BTS (“built to suit”) voltou com força após dois anos, com empresas de e-commerce representando 40% das novas locações no primeiro semestre.

Os juros em 15% ao ano (Selic) preocupam ambos os setores. Porém, se o ciclo de alta terminar, pode haver reação positiva. O Ifix subia 11,48% no ano até quarta-feira (16). Fonte: Valor Econômico

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Prefeitura do Rio anuncia desapropriação de 16 imóveis para revitalização do Centro

A Prefeitura do Rio publicou decreto declarando de interesse público 16 imóveis abandonados no Centro. A medida inicia o processo de desapropriação para o programa Reviver Centro Patrimônio PRÓ-APAC (Área de Proteção do Ambiente Cultural).

Os imóveis estão na Rua do Teatro (nove), Largo São Francisco de Paula (quatro) e Rua Sete de Setembro (três). A seleção baseou-se em mapeamento da Prefeitura e consulta pública realizada em maio com cidadãos e especialistas.

“Esse é o primeiro passo deste projeto que busca recuperar imóveis degradados no Centro”, destacou o prefeito Eduardo Paes.

Os espaços serão leiloados com apoio financeiro de até R$ 3.212 por metro quadrado para restauração. Por outro lado, críticos alertam para a “elitização” de regiões centrais com a ausência de diretrizes habitacionais.

“O programa corre o risco de promover gentrificação, expulsando pessoas que historicamente ocupam a área central”, argumenta Noêmia Barradas, do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-RJ).

O presidente do Sinduscon-Rio, Cláudio Hermolin, ressalta que “não existe uma bala de prata” para revitalizar o Centro, mas considera a iniciativa importante para a “tão sonhada revitalização” da região histórica.

O Reviver Centro, criado em 2021, já emitiu 56 licenças para 4.515 unidades residenciais. A Prefeitura também anunciou a desapropriação do antigo hotel Ipanema Plaza, na Rua Farme de Amoedo, 34, abandonado há três anos.

Fonte: O Globo

Rua da Bahia mantém liderança entre as mais caras de BH

A Rua da Bahia, na Savassi, lidera como a mais cara de Belo Horizonte, com valor médio de R$ 4,74 milhões por imóvel. O dado integra o “Monitor de Vendas por Rua” da Loft, baseado em transações registradas pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) entre março e maio de 2025.

A Rua Rio de Janeiro, no bairro Lourdes, ocupa a segunda posição com R$ 4,5 milhões, seguida pela Rua Paracatu, no Santo Agostinho, que subiu seis posições e atingiu R$ 2,95 milhões de média.

O bairro Santo Agostinho concentra cinco das dez ruas mais valorizadas por preço total. “As ruas com maiores tíquetes médios estão em regiões com boa infraestrutura urbana e imóveis amplos”, explica Fábio Takahashi, gerente de dados da Loft.

No ranking por metro quadrado, a Rua Rio de Janeiro, no Lourdes, lidera com R$ 12,9 mil/m². A Rua Joaquim Linhares, no Anchieta, aparece em segundo com R$ 10 mil/m², seguida pela Rua São Domingos do Prata, no Santo Antônio, com R$ 9,9 mil/m².

O levantamento considera apenas vias com pelo menos três registros no período e utiliza dados do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) tratados para a remoção de inconsistências.

Fonte: Diário do Comércio/Itatiaia

Autor Imprensa Loft

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