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Portas | 31 de julho de 2025

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31 de julho de 2025

Autor Imprensa Loft
Atualizado: 31 de julho de 2025 8 min de leitura

Banco Central mantém Selic em 15%: como ficam os financiamentos? Apartamentos familiares encolhem 36% em duas décadas em São Paulo. Rua Augusta atrai novamente incorporadoras após mudança no Plano Diretor de São Paulo.

O que você vai ler
  • Banco Central mantém Selic em 15 por cento: como ficam os financiamentos?
  • Apartamentos familiares encolhem 36 por cento em duas décadas em São Paulo
  • Rua Augusta atrai novamente incorporadoras após mudança no Plano Diretor de São Paulo
  • Ruas mais caras de SP têm imóveis com ticket médio de R$ 13 milhões; Itaim Bibi domina ranking

Banco Central mantém Selic em 15 por cento: como ficam os financiamentos?

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a Selic em 15% ao ano, interrompendo o ciclo de alta que elevou os juros em 4,50 pontos desde setembro de 2024.

Em comunicado, o Copom afirma que tem acompanhado “com particular atenção” os anúncios referentes à imposição pelos Estados Unidos de tarifas comerciais ao Brasil, “reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza”. A instituição também sinalizou ainda que deve manter a Selic neste patamar na próxima reunião.

Para o mercado imobiliário, a questão central é: como ficam os financiamentos? É melhor financiar agora ou esperar? Segundo George Sales, da Fipecafi, não há resposta única. “Para quem tem urgência, pode ser vantajoso financiar agora, especialmente se for possível amortizar posteriormente”, explica.

O programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) permanece atrativo mesmo com juros altos, pois utiliza recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e oferece taxas subsidiadas. “O foco deve ser a renda familiar e subsídios disponíveis”, diz Sales.

Juros elevados encarecem o financiamento à produção para construtoras e incorporadoras, que repassam custos aos preços finais. “Isso pode gerar redução no ritmo de lançamentos e encarecimento do metro quadrado”, alerta Sales.

Carlos Honorato, da FIA Business School, recomenda focar em quitar “o mais rápido possível” caso encontre o imóvel ideal. A estratégia deve considerar se o valor da parcela se aproxima do aluguel atual.

Segundo os especialistas, financiar um imóvel agora oferece vantagens como transformar aluguel em investimento próprio e possível renegociação futura, mas implica parcelas mais altas. Esperar pode trazer juros menores, porém com risco de valorização dos imóveis.

O BC sinalizou também que deve manter a Selic “por período bastante prolongado”, citando incertezas das tarifas americanas de 50% sobre produtos brasileiros. Com 9,76% de juros reais, o Brasil ocupa a segunda posição mundial, atrás apenas da Turquia (10,08%).

Fontes: Estadão e Valor Investe

Apartamentos familiares encolhem 36 por cento em duas décadas em São Paulo

Apartamentos de dois quartos perderam 22 metros quadrados em 20 anos na capital paulista, segundo dados do Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo). Em 2024, a área média foi de 38,6 m².

Uma outra pesquisa feita pela arquiteta Beatriz Mélo, da Universidade de São Paulo, revelou redução ainda maior: imóveis de dois quartos passaram de 75 m² nos anos 1980 para apenas 34 m² atualmente. A “otimização” eliminou corredores e popularizou plantas “borboleta”, na qual os quartos são separados pela sala.

Mélo visitou decorados em estandes e viu técnicas usadas para dar sensação de amplitude, como paredes de vidro ou com elementos vazados que serão diferentes quando o imóvel estiver construído. Também chamou atenção a falta de ergonomia: “Quando você senta na cadeira e tenta abrir a geladeira, não funciona, um móvel bate no outro”, diz.

No Minha Casa, Minha Vida (MCMV), as unidades têm entre 32 e 37 m², segundo Luiz França, da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), mas têm encontrado boa receptividade entre compradores.

Amanda Bezerra, diretora de produto e inovação da incorporadora Tenda, defende as unidades menores. “Pesquisas internas da empresa indicam que a família média brasileira é composta por até três pessoas”, afirma.

As incorporadoras argumentam que a redução da metragem visa manter preços acessíveis diante do encarecimento de terrenos e construção. As empresas defendem que famílias também diminuíram e mudaram hábitos, com equipamentos menores como cooktops e ‘air fryers’ substituindo fornos tradicionais.

“É muito ideológico falar que a pessoa precisa morar em 50 m² se isso não se viabiliza no bolso”, afirma Renée Silveira, da Plano&Plano, empresa que, assim como a Tenda, produz unidades que se enquadram no MCMV.

O vice-presidente comercial da Cury destaca as dificuldades para conseguir produzir habitação em áreas com infraestrutura, onde os terrenos são mais caros e a pressão sobre o preço é ainda maior. Segundo ele, no começo do MCMV havia mais exigências de tipologia, que só eram viáveis onde a terra fosse mais barata. “Isso acabou gerando um MCMV extremamente periférico”, argumenta.

A arquiteta Beatriz Mélo alerta para problemas futuros com mudanças climáticas. Simulações mostram que apartamentos de 32 m² terão apenas 25% de conforto térmico em 2050, contra 60% atualmente, devido à perda de ventilação cruzada.

O MCMV financiado pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não exige área mínima, diferente da modalidade com recursos da União, que demanda 41,5 m² mínimos. O programa atende famílias com renda até R$ 12 mil mensais desde maio.

Fonte: Valor Econômico

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Rua Augusta atrai novamente incorporadoras após mudança no Plano Diretor de São Paulo

A Rua Augusta voltou ao radar das incorporadoras após a revisão do Plano Diretor de São Paulo em 2023. O trecho da Bela Vista deixou de ser Zona Mista e se tornou Zona de Eixo de Estruturação da Transformação Urbana (ZEU), permitindo maior potencial construtivo e elevando retornos financeiros.

Atualmente, a via conta com 11 empreendimentos residenciais em lançamento ou obras, representando dois terços dos 18 projetos dos últimos 10 anos, segundo a consultoria Binswanger. A empresa Fibra Experts, por exemplo, negocia terreno para um novo edifício, enquanto a Vitacon prepara outro projeto residencial para o segundo semestre.

O perfil dos imóveis na extensa rua varia conforme localização: na Bela Vista, unidades têm média de 33 m²; nos Jardins, 77 m². O metro quadrado alcança R$ 35 mil no trecho mais valorizado, contra R$ 20 mil nas áreas em transição, conforme dados da Binswanger.

Entre os empreendimentos que chamam a atenção está o Nex One Parque Augusta, lançado pela One Innovation no “Baixo Augusta”: um multifamily com 504 unidades e Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 220 milhões. Com 86% comercializado, o projeto atrai investidores, e 69% dos compradores vêm de outras cidades.”A rua Augusta está pulsando novamente”, afirma Patrícia Torrente, da One Innovation.

Incorporadoras como Vitacon, Housi, Patriani mantêm o padrão de uso misto: comércio no térreo e residências nos andares superiores, tradição da via desde os anos 1960.

Para o urbanista Valter Caldana, do Mackenzie, o avanço seria maior com projeto urbanístico estruturado. “São Paulo tem terreno e capital. O que falta é um plano que organize esse potencial”, avalia.

Fonte: Metro Quadrado

Ruas mais caras de SP têm imóveis com ticket médio de R$ 13 milhões; Itaim Bibi domina ranking

A Rua do Livramento, no Paraíso, em São Paulo, registrou custo médio de R$ 13 milhões por imóvel, segundo o Monitor de Vendas por Rua da Loft. A localidade superou a antiga líder Rua Frederic Chopin, no Jardim Europa, no ranking de tíquete médio da capital.

A Rua Padre Antonio Barros de Ulhoa Cintra, no Morumbi, ficou em segundo lugar com média de R$ 12,1 milhões. A via, próxima ao complexo Cidade Jardim, apresentou crescimento expressivo e nem figurava entre as cinco primeiras no trimestre anterior.

O Itaim Bibi mantém protagonismo com seis vias no ranking por tíquete médio, seguido por Moema Pássaros. As ruas mais caras concentram-se no eixo Faria Lima e corredor Itaim-Jardim Europa-Moema, principal região de negócios e serviços de alto padrão.

O levantamento da proptech analisou 13,9 mil transações entre março e maio de 2025, baseado em dados do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) da Prefeitura. Foram consideradas apenas ruas com pelo menos três transações no período.

No ranking por metro quadrado, a Rua Galeno de Revoredo, no Itaim Bibi, lidera com R$ 31,8 mil/m², superando os R$ 29,3 mil/m² da edição anterior. A Rua Amália de Noronha, na Vila Madalena, ocupa segundo lugar com R$ 25,2 mil/m².

“Essas oscilações mostram como algumas grandes transações podem mudar rapidamente o perfil de uma rua”, explica Fábio Takahashi, gerente de dados da Loft. O Brooklin ganhou destaque com três ruas entre as 20 mais caras por metro quadrado.

Fonte: Valor Investe

Autor Imprensa Loft

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