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Portas | 01 de agosto de 2025

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01 de agosto de 2025

Autor Imprensa Loft
Atualizado: 01 de agosto de 2025 7 min de leitura

Qual é a renda necessária para financiar imóveis nas ruas mais valorizadas de SP? São Paulo, Goiânia e Brasília estão no topo da demanda por imóveis de luxo no país. Bairro Luxemburgo supera Savassi e lidera preços imobiliários em Belo Horizonte.

O que você vai ler
  • Qual é a renda necessária para financiar imóveis nas ruas mais valorizadas de SP?
  • São Paulo, Goiânia e Brasília estão no topo da demanda por imóveis de luxo
  • Luxemburgo supera Savassi e lidera preços imobiliários em BH
  • Mercados emergentes lideram investimentos globais em imóveis de luxo

Qual é a renda necessária para financiar imóveis nas ruas mais valorizadas de SP?

As exigências de renda para financiar um imóvel na capital paulista pode ser bem distintas, dependendo da localização onde se quer comprar. Um estudo da Loft levantou quanto é preciso ganhar para adquirir um imóvel nas principais ruas de São Paulo. A diferença é significativa: enquanto na Avenida dos Ourives, no Sacomã, é preciso ter uma renda de $ 7.930 mensais, na Rua Galeno de Revoredo, no Itaim Bibi, a renda mínima chega a R$ 447.300.

A Rua do Bosque, no Bom Retiro, lidera em volume de transações. Com imóveis de R$ 477 mil em média, exige renda de R$ 16.700 e primeira prestação de R$ 4.665. As simulações consideram entrada de 20% e financiamento em 420 meses.

No Sacomã, a Avenida dos Ourives oferece o menor custo de entrada. Os imóveis custam R$ 224.515 em média, com parcela inicial de R$ 2.193. “O financiamento depende de planejamento e escolha da rua compatível com a renda”, destaca o estudo.

Os bairros nobres dominam o ranking dos mais caros. No Itaim Bibi, imóveis de R$ 12,8 milhões exigem primeira parcela de R$ 125.107. Jardim Europa, Vila Nova Conceição e Alto de Pinheiros também figuram entre os endereços de luxo.

Os cálculos utilizaram o Financiômetro, ferramenta que simula condições dos bancos Bradesco, Itaú e Santander. A prestação inicial fica limitada a 30% da renda do comprador, seguindo critérios padrão do mercado.

O levantamento analisou ruas com maior volume de transações e as mais valorizadas da capital. A diferença entre os extremos mostra como a localização impacta diretamente no acesso ao financiamento imobiliário em São Paulo.

Fonte: e|Investidor/Estadão

São Paulo, Goiânia e Brasília estão no topo da demanda por imóveis de luxo

O Índice de Demanda Imobiliária (IDI) do Brasil registrou movimentação intensa no setor de alto padrão no segundo trimestre de 2025, com São Paulo, Goiânia e Brasília aparecendo como líderes na procura deste tipo de imóvel. Nestas capitais, famílias com renda acima de R$ 24 mil mensais impulsionam as vendas.

O levantamento, realizado pelo Ecossistema Sienge, CV CRM e Grupo Prospecta, em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), analisou 77 cidades brasileiras. A escala de atratividade varia de 0,000 a 1,000.

No segmento de alto padrão, São Paulo lidera com 0,809, seguida por Goiânia (0,790), Brasília (0,767), Fortaleza (0,719) e Florianópolis (0,681).

“Cidades emergentes como Sorocaba, em São Paulo, e Belém, no Pará, apresentam avanços expressivos, mostrando forte demanda regional”, afirma Gabriela Torres, do Ecossistema Sienge. Sorocaba subiu nove posições no ranking de alto padrão, enquanto outra paulista, a cidade de Santo André, avançou 12 posições, alcançando agora o 16º lugar.

No perfil médio (R$ 12 mil a R$ 24 mil), Goiânia (GO) ocupa o primeiro lugar (0,805), seguida por São Paulo (0,797). O Rio de Janeiro recuperou posições, saltando do 12º para o 9º lugar no segmento econômico, embalado por novos empreendimentos. Para renda entre R$ 2 mil e R$ 12 mil, Curitiba, no Paraná, lidera com 0,877.

A metodologia do estudo utiliza seis indicadores: demanda, dinâmica econômica, ofertas de terceiros e atratividade de lançamentos, baseados em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e outras fontes.

Fonte: ISTOÉ Dinheiro

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Luxemburgo supera Savassi e lidera preços imobiliários em BH

O bairro Luxemburgo, no Centro-Sul de Belo Horizonte, registrou o metro quadrado residencial mais caro da capital mineira no segundo trimestre de 2025, atingindo R$ 8.986 por m². O valor supera tradicionais bairros nobres como Savassi (R$ 8.302/m²) e Funcionários (R$ 8.277/m²), segundo o Relatório de Compra e Venda do Grupo QuintoAndar.

Segundo o estudo, Luxemburgo combina infraestrutura completa, tranquilidade e localização estratégica, atraindo empreendimentos de alto padrão.

“O bairro conseguiu agregar atributos de exclusividade e qualidade de vida que o fizeram ultrapassar áreas historicamente mais caras”, analisa Thiago Reis, gerente de dados do QuintoAndar. A valorização, segundo o especialista, reflete a demanda por apartamentos modernos próximos a centros comerciais e parques.

Apesar dos preços elevados, o bairro não figura entre os dez bairros mais procurados para compra, liderados por Buritis, Castelo e Santo Antônio.

Luxemburgo também registrou o aluguel mais caro da cidade, com R$ 68,70/m² em junho. A valorização foi de 38,6% no segundo trimestre e 70,5% nos últimos 12 meses.

O mercado imobiliário de BH manteve crescimento no segundo trimestre, com preço mediano dos contratos em R$ 5.333/m², alta de 9,08% ante 2024. A rentabilidade potencial com aluguel ficou em 6% ao ano, com destaque para imóveis de dois dormitórios.

Entre as regiões, a Pampulha apresentou maior rentabilidade (6,8% ao ano), enquanto a Norte registrou os menores preços (R$ 3.777,80/m²). Lourdes liderou a valorização trimestral com 43,7%.

Fonte: Diário do Comércio

Mercados emergentes lideram investimentos globais em imóveis de luxo

O mercado global de imóveis de luxo mantém crescimento robusto. No primeiro trimestre, transações acima de US$ 10 milhões subiram 6% ante o ano anterior, segundo dados da consultoria Knight Frank coletados em 12 mercados-chave. Além de metrópoles tradicionais como Dubai, Miami e Nova York, novos destinos atraem investidores.

Madri, na Espanha, desponta como destino preferido de famílias jovens europeias e americanas que buscam cidade ensolarada, segura e cultural. O bairro Jerónimos, próximo ao Parque El Retiro e principais museus, oferece coberturas de três quartos por US$ 7 milhões, com a oferta de empreendimentos de luxo crescendo nos últimos anos.

Destaque para Manila, nas Filipinas, que registra os maiores aumentos de preços residenciais de alto padrão do mundo. A Baía de Manila, tomada por resorts de luxo, oferece coberturas de mil metros quadrados por US$ 14 milhões.

As montanhas de Luberon, na Provence francesa, seguem prioritárias para grandes investidores. A região se beneficia da proximidade com a Costa Azul e os Alpes, atraindo compradores de Mônaco, Itália e Suíça. Casas de quatro quartos custam US$ 1,5 milhão, metade do valor de propriedades similares nas colinas de Cannes.

Snowmass, no Colorado (Estados Unidos), registrou valorização de 100% em endereços premium nos últimos cinco anos, superando Aspen (70%). Os preços ainda têm 40% de desconto em relação à cidade vizinha, indicando potencial de valorização. Uma casa de quatro quartos com vista para as montanhas vale US$ 11 milhões.

Na Austrália, a Sunshine Coast, atrai aposentados e famílias que buscam praias sem perder acesso aos serviços de Brisbane. A região se prepara para os Jogos Olímpicos de 2032, com apartamentos de três quartos custando US$ 2 milhões.

Outros destinos promissores incluem Kai Tak, em Hong Kong, onde o antigo aeroporto vira projeto residencial e comercial com apartamentos de 177 m² por US$ 10 milhões; Phuket, na Tailândia, que oferece coberturas de 650 m² à beira-mar por US$ 4 milhões; e Sevenoaks, no Reino Unido, atraindo famílias que buscam tranquilidade a 30 minutos de Londres, com casas de quatro quartos custando US$ 5 milhões.

Fonte: Metro Quadrado

Autor Imprensa Loft

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