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Portas | 20 de agosto de 2025

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20 de agosto de 2025

Autor Imprensa Loft
Atualizado: 20 de agosto de 2025 10 min de leitura

Leilão de Cepacs da Faria Lima em SP arrecada R$ 1,7 bilhão. Mercado imobiliário de luxo e superluxo em SP migra para Pinheiros. Ipanema desbanca Leblon e lidera preço por metro quadrado no Rio. Prefeitura de SP vende vias públicas para projetos privados.

O que você vai ler
  • Leilão de Cepacs da Faria Lima arrecada R$ 1,7 bilhão, 42 por cento abaixo da expectativa
  • Mercado imobiliário de luxo e superluxo em SP migra para Pinheiros
  • Ipanema desbanca Leblon e lidera preço por metro quadrado no Rio
  • Prefeitura de SP vende vias públicas para projetos privados

Leilão de Cepacs da Faria Lima arrecada R$ 1,7 bilhão, 42 por cento abaixo da expectativa

A Prefeitura de São Paulo arrecadou R$ 1,668 bilhão com o leilão de Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção) da Operação Urbana Consorciada Faria Lima, realizado na terça-feira (19). O valor, porém, ficou abaixo da expectativa inicial de cerca de R$ 3 bilhões, segundo a própria gestão municipal.

Foram vendidos 94.811 títulos dos 164.509 ofertados pela administração pública, representando 57,6% da oferta. Todos os Cepacs saíram pelo preço mínimo de R$ 17,6 mil por metro quadrado, sem ágio.

Mesmo abaixo da expectativa, o resultado é um marco na história da cidade, com a maior arrecadação das Operações Urbanas Consorciadas, superando o recorde de 2019, quando cerca de 93 mil títulos renderam R$ 1,636 bilhão.

O leilão de Cepacs da Faria Lima era aguardado pelo mercado imobiliário devido aos projetos de construção de novos prédios e regularização de edifícios que fizeram construções fora das regras municipais.

O interesse cresceu especialmente após a Câmara Municipal aprovar, em julho do ano passado, a expansão da operação para o “buraco da Faria Lima”, área de 25 quarteirões na Vila Olímpia onde o coeficiente de aproveitamento passou de 2 para 4.

O baixo interesse do mercado no dia do certame foi atribuído ao preço elevado dos títulos e à insegurança jurídica criada às vésperas do leilão, com uma decisão judicial que suspendeu, parcialmente, trechos da lei municipal, questionando a bonificação de 30% de potencial construtivo. “Sexta-feira foi um susto e tivemos uma surpresa nada agradável com a ação do Ministério Público”, afirmou o prefeito Ricardo Nunes (MDB) na B3.

O Tribunal de Justiça de São Paulo reestabeleceu as regras um dia antes do leilão. Mesmo com a reviravolta, o mercado temia desdobramentos jurídicos envolvendo os Cepacs. Executivos ouvidos pelo portal Metro Quadrado falam em insegurança jurídica, com temor de que o julgamento do mérito da questão possa modificar o resultado do leilão.

Incorporadoras como a Yuny desistiram de participar pelo preço alto, e a CBRE informou que clientes grandes não participaram porque a conta dos projetos não fechava pelo valor mínimo. Segundo a advogada Giselle Vergal, sócia do escritório B/Luz, “o apetite do mercado — seja para os riscos, seja sob o aspecto financeiro e econômico — não está tão forte como se imaginava”.

O leilão também enfrentou questionamentos do Tribunal de Contas do Município (TCM), que pediu reajuste de 21,3% no valor mínimo dos Cepacs. A Justiça liberou a realização por entender que o cancelamento causaria insegurança jurídica e desestímulo aos investidores.

Entre os compradores, a Ágora adquiriu o maior lote: 37 mil Cepacs. A Partage comprou 19,8 mil títulos para desenvolver terreno em frente ao B32, na Faria Lima. O maior lance unitário foi de R$ 45 mil por título.

Os recursos do leilão serão destinados a reurbanização de três favelas, especialmente Paraisópolis, onde cerca de 60% do dinheiro será aplicado. As obras incluem construção de moradias para três mil famílias, saneamento básico, abertura de grande avenida na comunidade, além da extensão da Avenida Hebe Camargo até o entorno da estação Morumbi do Metrô.

O dinheiro também financiará o prolongamento da Avenida Brigadeiro Faria Lima até a Avenida dos Bandeirantes, requalificação do Largo da Batata, finalização do Boulevard Avenida Juscelino Kubitschek, melhorias nas ciclovias da Faria Lima e aplicação de R$ 200 milhões para custeio da Linha 4-Amarela do Metrô.

“Vai ser um Cepac abençoado. Tem cunho social. Por isso fiquei tão triste com o que aconteceu na sexta-feira. Só com ações sociais vamos conseguir diminuir as desigualdades sociais”, declarou o prefeito Nunes, comemorando o resultado, apesar da frustração nas vendas.

A segunda etapa do leilão está prevista para o primeiro trimestre de 2026, quando ainda restarão 124 mil unidades no estoque. Esta será a sexta e última oferta de certificados para a Operação Urbana Faria Lima, que começou nos anos 1990. Nunes disse que a Prefeitura avaliará se mantém ou revê o preço mínimo para a próxima oferta.

*Com informações de g1 e Metro Quadrado

Mercado imobiliário de luxo e superluxo em SP migra para Pinheiros

O mercado imobiliário de luxo e superluxo em São Paulo está migrando para a região oeste da capital diante da escassez de terrenos nos eixos mais tradicionais. Entre abril e junho, para cada unidade de luxo lançada no Itaim Bibi, sete foram disponibilizadas no bairro de Pinheiros.

Segundo dados da consultoria Brain Inteligência Estratégica, foram lançadas 1.146 unidades destinadas aos super ricos na capital paulista no último trimestre. Pinheiros concentrou 302 unidades (26,5% do total), enquanto o Itaim Bibi registrou apenas 50 unidades (4,36%).

O bairro de Vila Mariana, fora do eixo tradicional de superluxo, registrou 195 unidades lançadas (17,02%). O ranking completo inclui ainda Moema (114), Jardim Paulista (102), Cerqueira César (92), Vila Madalena (80), Cidade Monções (64), Indianópolis (45) e Jardins (44).

São consideradas de luxo as unidades com valor na planta a partir de R$ 2 milhões, e de superluxo aquelas a partir de R$ 4 milhões. Este segmento representou 3,8% de todas as unidades residenciais lançadas na cidade no período.

A quantidade de unidades mais que dobrou em relação ao mesmo período de 2024, passando de 435 para 1.146. O Valor Geral de Vendas (VGV) subiu 121%, de R$ 3,2 bilhões para R$ 7,1 bilhões, impulsionado pela elevação de preços e aumento da metragem dos imóveis.

“As empresas estão buscando um processo de diferenciação maior. São projetos com co-branding, arquitetos e paisagistas muito famosos”, avalia Fábio Araújo, Chief Executive Officer (CEO) da Brain Inteligência Estratégica. A SKR é um dos exemplos dessa tendência, com cinco empreendimentos em Pinheiros e dois na Vila Mariana.

O mercado espera estabilização até setembro, com o quarto trimestre sendo tradicionalmente o mais forte para lançamentos e vendas no setor de alto padrão.

*Com informações de Forbes

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Ipanema desbanca Leblon e lidera preço por metro quadrado no Rio

A Avenida Epitácio Pessoa, em Ipanema, subiu do segundo para o primeiro lugar no ranking de preço por metro quadrado no Rio de Janeiro, segundo a Loft. Imóveis na via alcançaram o valor de R$ 46.300 por m². O levantamento analisou 9.800 transações realizadas entre abril e junho de 2025.

A Rua Barão de Jaguaripe, também em Ipanema, avançou da terceira para a segunda colocação, com R$ 39.400 por m². A Rua Joana Angélica estreou no pódio em terceiro lugar, registrando R$ 35.100 por m². E a Avenida Delfim Moreira, líder no tíquete médio, caiu do primeiro para o quarto lugar no ranking por metro quadrado, com R$ 33.500.

No segmento por tíquete médio, a Avenida Delfim Moreira, no Leblon, manteve a liderança pelo segundo mês consecutivo, com média de R$ 7,66 milhões por imóvel. A Rua Barão de Jaguaripe subiu da terceira para a segunda posição, com R$ 7,1 milhões, enquanto a Rua Rainha Guilhermina completou o pódio com R$ 6,8 milhões.

“As posições mudam rapidamente quando acontecem transações de grande porte. No entanto, o topo do ranking segue concentrado em endereços de altíssimo padrão, especialmente na orla do Leblon e de Ipanema”, afirma Fábio Takahashi, gerente de dados da Loft.

A Avenida Prefeito Mendes de Morais, em São Conrado, que liderava no levantamento anterior, despencou para o 11º lugar, registrando R$ 4,29 milhões. O Leblon mantém domínio com oito vias no ranking de tíquete médio, seguido de Ipanema com seis.

“O recorte proporcional evidencia vias com imóveis menores, mas de alto valor por metro quadrado, reforçando a disputa pelo solo urbano nas regiões mais nobres da cidade”, explica Takahashi. A análise considerou apenas ruas com ao menos três transações no período para garantir consistência estatística.

O bairro do Leblon ainda lidera em presença no ranking por metro quadrado com 11 ruas, seguido de Ipanema com sete, reforçando o status da orla como região mais cara do Rio. Também aparecem no levantamento Barra da Tijuca, Lagoa e Botafogo.

*Com informações de Veja Rio

Prefeitura de SP vende vias públicas para projetos privados

A Prefeitura de São Paulo tem negociado com a iniciativa privada a venda de vias públicas em áreas valorizadas, com cifras que variam de R$ 4 milhões a R$ 16,6 milhões. Além da venda de uma travessa nos Jardins, que deve ser aprovada em breve pela Câmara Municipal, o jornal Estadão identificou mais exemplos de alienação e tentativa de compra de vias paulistanas nos últimos anos, incluindo endereços próximos ao Parque do Ibirapuera e Vila Clementino.

A gestão Ricardo Nunes destaca que a alienação de bens públicos é “prática legal” e que “todos os processos passam por análises técnicas e jurídicas, com foco no interesse público”. Vielas, travessas e ruas sem saída são visadas no mercado imobiliário por permitirem a junção de diversos lotes de propriedades vizinhas.

Uma escritura de outubro de 2024 confirma a venda de travessa sem nome do Município à JSTX Participações por R$ 6,9 milhões, referentes a 376,8 metros quadrados. A área era acesso da Vila Liscio, conjunto de oito casarios dos anos 1930 próximo ao Ibirapuera, no distrito Moema.

No local será construído o Hospital Ibirapuera, da rede Hapvida Notredame, com “serviço de saúde premium” e “alta tecnologia”. O hospital terá 250 leitos, foco materno-pediátrico e investimento entre R$ 300 milhões e R$ 405 milhões, segundo a rede.

A travessa ficava em quadra que se tornou “eixo de verticalização” após revisão da Lei de Zoneamento de 2024, ganhando regras construtivas mais atraentes e perdendo limite de altura específico para construções.

A DVD Representações e Empreendimentos tenta comprar a Rua Palmital desde 2018, nas proximidades do Parque das Bicicletas e sede do Tribunal de Contas do Município (TCM). A Prefeitura estimou a transação em R$ 4 milhões para área de 551,5 metros quadrados.

A Procuradoria Geral do Município (PGM) analisou que a privatização deveria ocorrer por licitação, não venda direta, pois há outro condomínio que faz divisa com a rua. A empresa defendeu a venda alegando que o local seria perigoso à noite e com histórico de inundações.

A Travessa Engenheiro Antônio de Souza Barros Júnior, nos Jardins, teve a alienação aprovada em primeira votação pelos vereadores em junho. A Prefeitura estima arrecadar ao menos R$ 16,6 milhões com a transferência dos 647 metros quadrados.

O projeto foi enviado à Câmara após empresas ligadas à Helbor entrarem com processo administrativo. A incorporadora pretende construir condomínio de “altíssimo padrão” com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 994 milhões, abrangendo 5,3 mil metros quadrados de terrenos.

*Com informações de Estadão

Autor Imprensa Loft

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