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Portas Abertas | 22 de janeiro de 2024

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22 de janeiro de 2024

Autor Imprensa Loft
Atualizado: 22 de janeiro de 2024 5 min de leitura

As cinco empresas mais valiosas do mercado imobiliário. Incorporadoras focadas em baixa renda se destacam em 2023, mas ações caem. Preço de imóvel anunciado em SP está 2,75% acima do valor real, aponta Índice EXAME-Loft.

O que você vai ler
  • Setor imobiliário cresce 64 por cento em 2023, com destaque para Cyrela e MRV
  • Incorporadoras que atendem baixa renda se destacaram em 2023, mas ações caíram
  • Preço de imóvel anunciado em SP está 2,75 por cento acima do valor real, aponta Índice EXAME-Loft
  • Aluguéis no Brasil sobem 16,16 por cento em 2023, quatro vezes mais que a inflação

Setor imobiliário cresce 64 por cento em 2023, com destaque para Cyrela e MRV

O mercado imobiliário registrou avanço importante em 2023, com as empresas do setor acumulando um crescimento de 64% em valor de mercado, atingindo a marca de R$ 45,7 bilhões, segundo a consultoria Elos Ayta a pedido do Estadão. No ranking das empresas mais valiosas, Cyrela e MRV ocuparam o primeiro e segundo lugar, respectivamente.

A Vivaz, marca do segmento econômico da Cyrela, foi, no entanto, o principal motor de crescimento da empresa em termos de números de apartamentos vendidos. Ao todo, a empresa viu seus números subirem de R$ 4,91 bilhões para R$ 9,03 bilhões em 2023. Em segundo lugar, a MRV estima recorde de vendas em 2023, totalizando R$ 8,5 bilhões, com um aumento de 45% em relação a 2022.

A Cury Construtora assegurou o terceiro lugar, encerrando 2023 com um valor de mercado de R$ 5,22 bilhões, impulsionada por lançamentos de apartamentos. Na sequência, a EZTec, que estima um volume geral de vendas de R$ 1,3 bilhão em 2023, com foco no segmento de alto padrão. Além de atuar no mercado econômico com a marca Fit Casa, a EZTec elevou seu valor de mercado para R$ 4,08 bilhões.

A Direcional conquistou o quinto lugar, impulsionada pelas ampliações do Minha Casa, Minha Vida. Seu valor de mercado saltou de R$ 2,33 bilhões para R$ 3,87 bilhões ao longo do ano.
Fonte: Estadão

Incorporadoras que atendem baixa renda se destacaram em 2023, mas ações caíram

Até mesmo empresas em fase de recuperação, como MRV e Tenda, apresentaram dados operacionais robustos em 2023, mas a valorização das ações não refletiu este cenário, com quedas acumuladas de 25,65% e 30,6% no ano, respectivamente. A revisão das projeções de lucro gera debates sobre o tempo necessário para recuperar a lucratividade.

Analistas projetam um cenário positivo principalmente para o setor de baixa renda em 2024 e 2025, se não houver alterações nos recursos destinados ao programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A expectativa para a implementação da alíquota de 1% no Regime Especial de Tributação e a chegada do “FGTS futuro” contribuem para o otimismo. A Direcional, por exemplo, se destaca como uma empresa que combina bons resultados com um interessante “risco-retorno” nas ações.

Em relação às incorporadoras de médio e alto padrão, analistas questionam se continuarão apostando no MCMV, considerado oportunista por alguns. Neste sentido, a EZTec teve resultados menos satisfatórios, frustrando expectativas ao lançar apenas um empreendimento no trimestre.

A perspectiva do mercado é de retomada de lançamentos mais expressivos em médio e alto padrão, se as entregas continuarem no mesmo ritmo e qualidade.
Fonte: Valor Econômico

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Preço de imóvel anunciado em SP está 2,75 por cento acima do valor real, aponta Índice EXAME-Loft

O preço do aluguel anunciado em São Paulo encerrou dezembro de 2023 2,75% acima do valor real fechado entre as partes, de acordo com a edição de janeiro do Índice Preço Real EXAME-Loft. O índice revela a discrepância entre o preço transacionado e o preço anunciado nas principais plataformas digitais em 50 bairros da capital paulista. Por outro lado, em relação ao mês anterior, houve uma redução de 0,18 ponto percentual na diferença.

Segundo o gerente de dados da Loft, Fábio Takahashi, a redução mensal no índice indica uma aproximação entre a expectativa dos proprietários e os valores reais. “É um movimento tímido ainda, mas não deixa de ser relevante. Se mantida essa tendência, significa que no médio prazo os negócios poderão ser fechados mais rapidamente, pois a expectativa do proprietário estará mais próxima aos valores reais”, afirma.

O bairro com a maior diferença foi a Lapa, na Zona Oeste, com indicador de 9,08%, enquanto a República, na região central, teve uma diferença negativa de 2,06%. O levantamento também destaca os preços do aluguel por metro quadrado, com a Vila Olímpia liderando, atingindo R$ 92,23, seguida por Jardim Europa e Vila Nova Conceição com valores em torno de R$ 80.

Os bairros com os menores preços por metro quadrado são Sacomã (R$ 31,49), Freguesia do Ó (R$ 33,17) e Jabaquara (R$ 34,99).
Fonte: Exame

Aluguéis no Brasil sobem 16,16 por cento em 2023, quatro vezes mais que a inflação

No último ano, os preços dos aluguéis no Brasil superaram os índices de inflação. De acordo com o índice FipeZap, em algumas cidades, como Goiânia, esse aumento atingiu 37,3%, oito vezes mais do que a variação do IPCA no mesmo período (4,62%). Quando comparado ao IGP-M, utilizado como referência para reajustes de aluguéis, a disparidade é ainda maior, já que o índice encerrou 2023 com uma queda de -3,18%.

A média dos 25 municípios monitorados pela pesquisa registrou alta de 16,16% nos aluguéis, quase quatro vezes mais que a taxa de inflação. A economista Larissa Gonçalves atribui esses aumentos ao reflexo direto do período da pandemia, quando proprietários não puderam repassar reajustes e os preços, em alguns casos, permaneceram estáveis ou até mesmo diminuíram. Goiânia, Campinas e Florianópolis apresentaram as maiores altas, enquanto Praia Grande registrou a menor variação.

São Paulo e Rio de Janeiro, as maiores cidades do país, viram aumentos de 13,27% e 19,79%, respectivamente. A valorização, especialmente de imóveis de um dormitório, e a recomposição de preços foram impulsionadas pelo retorno das atividades presenciais e, em parte, pelas taxas de juros mais elevadas em 2023, tornando a compra de imóveis residenciais menos atrativa.
Fonte: Estadão

Autor Imprensa Loft

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