Quanto custa um apartamento? Conheça todos os custos!

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Além do preço de compra, você deve considerar outros fatores, como impostos e condomínio, para descobrir quanto custa um apartamento. Saiba o que avaliar!

25 de setembro de 2023

Autor Time Loft
Atualizado: 16 de outubro de 2023 11 min de leitura
Quanto custa um apartamento - Conheça todos os custos

Se você tem o sonho de comprar um apartamento, precisa considerar quanto custa a aquisição e a manutenção desse imóvel. Diversos elementos impactam o valor total, como documentação, impostos e até mesmo a infraestrutura do condomínio no qual ele está instalado.

Você também deve ter em mente que o tamanho do bem, o refinamento dos materiais usados na construção e a localização influenciam o custo para morar no imóvel e realizar a conquista. Então, há um conjunto de aspectos que devem ser considerados para descobrir o total a ser investido.

Veja, a seguir, uma seleção de itens que devem ser avaliados para você descobrir quanto custa adquirir e morar em um apartamento! Vamos lá?

Preço do imóvel

O primeiro fator a ser analisado é o preço de aquisição do apartamento. Esse valor varia em razão de diferentes aspectos, como a possível valorização futura, a estrutura do bairro e a segurança do condomínio, por exemplo.

O tamanho do imóvel é mais um ponto que impacta o preço. A tendência é que quanto maior o número de cômodos e da metragem do bem, mais alto será o seu valor. Você consegue descobrir o preço do metro quadrado por região acessando sites de corretoras e publicações específicas do setor.

Entretanto, a conta não é tão simples quanto parece. É preciso reunir diversas características para chegar ao preço final do imóvel. Apartamentos grandes em lugares não tão acessíveis, por exemplo, podem ser mais baratos do que aqueles pequenos, mas localizados em áreas mais procuradas.

Por esse motivo, considere um conjunto de informações para determinar qual é o preço médio do imóvel na região desejada e com o tamanho que atenda às suas demandas e dos demais moradores.

Entradas e financiamentos

O financiamento imobiliário é uma prática comum. Com ele, é possível fazer a aquisição do imóvel sem a necessidade do pagamento à vista. Esse parcelamento — geralmente, de longo prazo — é uma facilidade, mas você precisa se atentar aos valores envolvidos na obtenção do crédito.

Muitos bancos e financeiras exigem uma entrada para que o montante seja liberado e o pagamento parcelado. Ou seja, uma parte do imóvel precisa ser paga à vista, no ato da assinatura do contrato. Essa quantia costuma corresponder a uma parcela do total, como 10% a 20% do preço do imóvel. 

Quanto maior a entrada, menor será o valor financiado. Consequentemente, mais baixo será o montante total pago ao longo do financiamento, incluindo juros e encargos. Ainda que seja um desembolso imediato, esse custo inicial pode representar benefícios no longo prazo.

Essas vantagens existem porque as taxas de juros e outras despesas do financiamento tendem a representar uma parcela significativa do custo imóvel. Afinal, elas são aplicadas sobre o crédito total e impactam diretamente o valor das parcelas mensais. 

Diante dessa informação, é fundamental pesquisar e comparar as taxas oferecidas por diferentes instituições financeiras. Agindo dessa maneira, você encontrará a opção mais vantajosa e que melhor se adeque ao seu orçamento.

Além disso, o prazo para pagamento é bastante relevante. Financiamentos mais longos podem resultar em parcelas mensais menores. Por outro lado, o custo do imóvel ao final do contrato será maior devido aos juros acumulados no período.

Ao considerar as entradas e opções de crédito, é crucial ter clareza sobre as condições oferecidas pelas instituições financeiras e fazer um planejamento adequado. Dessa maneira, você terá as informações certas para tomar a sua decisão de compra com mais segurança.

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Taxa de corretagem 

Quando se fala nos custos de um apartamento, é essencial compreender o papel da corretagem e as despesas que ela pode acarretar ao novo dono do imóvel. Trata-se da remuneração paga ao corretor de imóveis pelo serviço de intermediar a negociação entre comprador e vendedor.

Os valores referentes a ela podem variar. No entanto, geralmente eles correspondem a uma porcentagem do preço de venda do apartamento.

Essa taxa é acordada entre a imobiliária (ou proprietário) e o corretor, e o seu custo pode ser diferente segundo as negociações e a localidade. Dessa forma, converse com o corretor para entender se o custo será de sua responsabilidade ou do vendedor do apartamento. 

Logo, você deve verificar se a comissão do corretor está inclusa no preço final do imóvel anunciado ou se ela será cobrada separadamente. Essa informação faz toda a diferença no planejamento financeiro do comprador.

Caso a taxa tenha que ser paga à parte, observe que esse será um significativo gasto adicional ao valor do apartamento. Um imóvel à venda pelo preço de R$300 mil, com taxa de corretagem de 10% a cargo do comprador, por exemplo, custará R$330 mil para o novo proprietário.

ITBI

Ao assinar o contrato de compra e venda, é preciso considerar o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) para entender quanto custa ter um apartamento. O tributo municipal é cobrado sempre que há uma transferência de propriedade de um imóvel entre duas partes.

É importante destacar que o pagamento do ITBI é de responsabilidade do comprador do apartamento. No geral, ele tem que ser quitado antes da lavratura da escritura pública de compra e venda. 

Sem o devido pagamento do tributo, a transmissão da propriedade não é efetivada, impedindo o registro do imóvel em nome do novo dono. Portanto, anote mais esse item na sua lista para descobrir o valor de um apartamento com todos os seus custos envolvidos.

O ITBI é calculado com base no valor venal do apartamento ou no valor de mercado. A alíquota do imposto varia conforme as legislações municipais, mas costuma girar em torno de 2% a 3% do preço do imóvel.

Para calcular o custo total do tributo, basta multiplicar o valor venal do apartamento ou o valor da transação pela alíquota estabelecida pelo município. Por exemplo, se o bem custou R$ 500 mil ao comprador e a alíquota do ITBI for de 2,5%, o imposto a ser pago pelo novo dono é de R$ 12,5 mil.

Registro do imóvel

Ao estudar os valores para a compra do apartamento, considere uma etapa obrigatória no processo de aquisição do imóvel: o seu registro. Esse é o ato de inscrever a propriedade em nome do novo proprietário perante o cartório de registro de imóveis competente.

A formalidade confere segurança jurídica à transação e garante que o bem estará legalmente em posse do novo dono, assegurando a sua propriedade. Os custos envolvidos no registro podem variar conforme o valor venal do apartamento e conforme a legislação do município onde o imóvel está localizado.

Geralmente, a taxa é calculada como um percentual do valor de venda do apartamento, sendo paga ao cartório responsável. Existem outros documentos e despesas que podem estar relacionados ao registro do imóvel.

Entre eles estão as certidões negativas, que comprovam a inexistência de pendências judiciais ou fiscais do bem e de seu vendedor. Essas são tarefas um pouco mais complexas para quem não está habituado ao mercado imobiliário.

Portanto, vale a pena ter acompanhamento de um profissional especializado nesse processo. Inclusive, é bastante comum que a imobiliária ofereça suporte para que todos os trâmites sejam realizados de forma correta e transparente.

IPTU

Ao contrário do ITBI, recolhido no processo de transmissão da propriedade, o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) precisa ser observado como um custo recorrente aos donos de imóveis. Trata-se de um imposto municipal e sua arrecadação é utilizada para financiar serviços e melhorias públicas na cidade.

Assim, ao planejar a compra de um apartamento, é fundamental considerar o custo do IPTU, juntamente aos demais gastos. Dessa forma, você terá uma visão abrangente dos valores envolvidos na aquisição e na manutenção do imóvel ao longo dos anos.

A alíquota a ser arrecadada é determinada pela prefeitura do município onde o imóvel está localizado. O cálculo do tributo é feito com base em fatores como a área construída do bem, o seu valor venal, a localização e a destinação (residencial, comercial ou industrial).

Cada cidade possui as suas próprias taxas para definir o montante do imposto a ser pago. Portanto, para calcular o custo do IPTU, é necessário multiplicar o valor base do apartamento para o tributo pela alíquota vigente no município.

O pagamento pode ser realizado em parcelas ou em cota única, a depender da cidade. Em muitos municípios, há descontos oferecidos para quem optar pela quitação à vista. É importante lembrar de que esse tributo é um encargo anual e de responsabilidade do proprietário do apartamento.

Infraestrutura do condomínio

Quando se trata do custo de um apartamento, a infraestrutura do condomínio é um dos fatores que também precisam ser analisados com critério. A tendência é que quanto maior o número de serviços e comodidades oferecidos, mais alto será o valor a ser pago pelo proprietário.

A taxa do condomínio é um custo desembolsado mensalmente. Ela serve para cobrir gastos com a administração, segurança, limpeza, conservação das áreas comuns e a manutenção de serviços e equipamentos oferecidos.

Entre os recursos de infraestrutura, podem se destacar as áreas de lazer, como piscinas, salões de festas, churrasqueiras, quadras esportivas e espaços para crianças e pets. Além delas, segurança 24 horas, controle de acesso e sistemas de monitoramento podem compor a taxa de condomínio.

Ao estudar a compra de um apartamento, pesquise a sua infraestrutura condominial, o custo da taxa a ser paga todo mês e outras despesas que eventualmente possam ser cobradas.

Instalações e moradia

Os custos diretos relacionados à aquisição e manutenção do apartamento devem ser somados a uma análise das despesas com instalações e moradia. Afinal, mobília, decoração, mudança, seguro e outros serviços essenciais podem impactar o valor total da compra do imóvel. 

Um dos principais gastos associados ao apartamento é a mobília, necessária para tornar o imóvel plenamente habitável, certo? No entanto, esse investimento pode representar um gasto significativo no orçamento. 

Outro ponto a ser analisado é a decoração. Personalizar e tornar o ambiente mais aconchegante costuma implicar em despesas com pintura, instalação de cortinas, tapetes e outros acessórios decorativos. É possível realizar essa etapa aos poucos, mas ela ainda tem seus efeitos financeiros.

As despesas com mudança precisam entrar nessa conta, pois são relevantes no levantamento. Transportar os pertences e mobiliário para o novo imóvel costuma envolver gastos com frete e mão de obra. Por isso, é recomendado pesquisar preços e se planejar para evitar surpresas no momento do deslocamento.

Seguro para o imóvel

Ao comprar o apartamento, estude a contratação de um seguro residencial. Esse serviço proporciona proteção contra eventuais danos ao imóvel e aos pertences, garantindo tranquilidade e segurança ao morador.

As coberturas do seguro residencial podem ser mais básicas, como as que protegem contra incêndio, explosões, fumaça e queda de aeronaves. Uma alternativa que pode ser interessante para o proprietário é escolher serviços adicionais, de acordo com suas necessidades.

Veja exemplos:

  • danos elétricos;
  • problemas hidráulicos;
  • furto ou roubo de bens na propriedade;
  • condições naturais, como ciclones, granizo e vendavais;
  • prejuízos causados a terceiros, entre outros.

Manutenção do imóvel

Mesmo que você compre um apartamento na planta, em algum momento o imóvel pode precisar de serviços de manutenção. Em certos contratos, a construção tem garantia — desse modo, não há custos atrelados a ela durante um prazo determinado, representando uma economia.

As despesas também podem ser cobertas pela administração do condomínio em casos previstos por lei, na convenção do condomínio ou por acordos definidos em assembleias. Reparos em áreas comuns ou que tenham relação com mais de um apartamento são exemplos dessa possibilidade.

Mas, no geral, as despesas com consertos, serviços de limpeza, reformas ou melhorias necessárias no imóvel ficam a cargo do proprietário. A substituição da resistência do chuveiro que queimou ou a troca de uma fechadura são situações comuns, não é verdade?

Como você conferiu, adquirir um imóvel é uma responsabilidade que envolve diversos gastos por muitos anos. Preço do bem, impostos, instalações e manutenções exigem dinheiro e precisam ser considerados para você calcular quanto custa ter e manter um apartamento.

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